CINEMA.

A arte maior de Walter Benjamin. Uma sinuca de bico todo o dia. Só consigo falar de você tatuagem nua. Em alguma manhã como agora estarei acordado e escrevendo de novo a você ou será a última vez que Tróia será invadida. Mataram Agamenon. Glauber Rocha era que sabia fazer cinema. Com a máquina na mão e um berro na garganta. Um berro na mão e um berro na mão de lampião. Dois berros que berravam. Alguém chega bem próximo de mim. Agora estou tão longe e com péssimos sentimentos sobre o mundo. Você traiu? Perguntei a um amigo como foi. Se teve muita festa e cerveja. Se foi uma reunião social. Me falaram que foi um bacanal. E você não se portou bem. Estou tão distante agora que não quero mais falar com você nem mais um segundo. O telefone não toca e com o movimento da terra tão cansada sobre seu eixo e durante todo o tempo todas estas voltas sobre si que ela deu. Imagina nós rodando num espeto de churrasco. Quem ficará até o fim do campeonato. Por que estes caras darão as cartas e continuarão ganhando o jogo. Tudo não passa de uma ação entre amigos. Cinema é uma arte menor hoje em dia por que se prender ao realismo quando deveria ser mais do que um documentário. Alguma barreira astuta me impede de tocar em mim. Nasceu o oculto e frágil olhar. Nasceu. Nasceu. O ódio nasceu.

Thursday, November 27, 2008

3 Comments:

Cássio Amaral said...

CINEMA:

percepção do átimo de todas as artes.

Cássio Amaral.

GLAUBER ROCHA É UM DEUS, DEUS DO CINEMA COMO POUCOS....

Carol Marossi said...

Um bom post para ler numa sexta-feira preguiçosa, na qual o ódio pode nascer a qualquer minuto.

Beijo.

yehuda said...

Walter catastrofe Benjamin
judeu romantico comunista
morreu nos Pirneus
suicidio ou assassinato?
e daí?
e daí todo progresso
nos mata nos sufoca nos enforca
e daí?
e daí nada
apenas um abraço

 
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