PORTAS PANTOGRÁFICAS

Se eu soubesse quem sou já saberia alguma coisa. Ela me diz que sou lúcido demais. Talvez ela quisesse um cara mais louco do que eu. Se me conhecesse ia entender que a minha lucidez vem da loucura. São portas que se abrem e se fecham numa pantografia dos elevadores antigos que fazem aquele esporro colossal, mas são eficientes: ainda são perigosos como eu. Todos os elevadores antigos foram pro poço. Estou saindo de um agora e entrando noutro.

Monday, November 20, 2006

1 Comment:

Flávio Otávio Ferreira said...

Gostei daqui do seu blog. Vim por intermédio do Blog do Cássio Amaral. E gostei muito do que tenho lido por aqui. Belos trabalhos, poemas fortes.

Abração.
paz e literatura

p.s.:vou lincar lá no meu espaço.

 
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