sonoro fim das estalactites
que em brisa brigam de ceifar
que ejaculando para dentro
explodem-se de uma antiluz

ó antiluz que navega o fim
de alguma bruma divisora
divisória do que taquigrafia
alguém algum dia orquideou

de dia na visão simplória
do afago da lua para besta
delineou seus olhos sol
e algum batuque sincopado

da água com a plêiade vária
é vero que produza vagas

Tuesday, April 24, 2007

1 Comment:

cássio amaral said...

AAAAAAAAAAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!!!!!!!

bão este poema brou.

 
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