DE CIMA PRA BAIXO


Sou o melhor que posso
Possuo o melhor que sou

De mim sei não restará nada
Nenhum caroço, nenhuma empada

Às vezes me jogo do sexto andar
Às vezes me jogo do quinto

Mas nunca passo do chão
Do chão onde um fogo extinto

De um mendigo que me acudiu
É aceso toda noite

Toda noite um anjo cai
E um outro abismo cospe labaredas

Talvez o dragão seja hoje
O melhor amigo do fogo

Talvez seja o deus pra quem rogo
O último ateu suicida

Monday, September 25, 2006

3 Comments:

diniz said...

Grande texto rodrigo !

diniz said...

meu e-mail é dinizjunior71@yahoo.com.br e o do orkut é diniz_junior@ig.com.br

abraço

Cássio Amaral said...

do caralho!!!!

 
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