mallarmé

segura
prende e bate
e arrebenta
os testículos
o ventre
não aumenta
derrama
a discórdia
do silêncio
arranca
estripa e amputa
freme
bisturis
em punho
na medula
lobo
toma os uivos
selvagens

Sunday, May 06, 2007

1 Comment:

cássio amaral said...

bons poemas aqui velho!
tanto o poema embaixo e este mallarmé.

abração.

 
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