Oi. Vim pelo blog da Luma. Gostei muito desse poema. Bom, né? Concretista com um pé no pós-modernista. Talvez você nem saiba disso, talves nem concorde; se não, poxa vida, vai ter sorte assim, viu?! Parabéns.
Nosso literato se foi, mas a obra continua, eterna. A alma também é eterna. E de vez em quando ele deve acessar este blog para saber como andam as coisas. A saudade dos grandes é irreparável! Abraços fraternos.
Gostei MUITO, Rodrigo.
ReplyDeletemuito, muito bom esse poema!
ReplyDeleteBelíssimo,
ReplyDeleteo poema.
E tudo isso,
De uma pena.
A manhã é hoje:
noite é pequena,
A mente longe,
Alma serena.
Adeus.
Ass.: Eu
Oi. Vim pelo blog da Luma. Gostei muito desse poema. Bom, né? Concretista com um pé no pós-modernista. Talvez você nem saiba disso, talves nem concorde; se não, poxa vida, vai ter sorte assim, viu?! Parabéns.
ReplyDeleteNosso literato se foi, mas a obra continua, eterna. A alma também é eterna. E de vez em quando ele deve acessar este blog para saber como andam as coisas.
ReplyDeleteA saudade dos grandes é irreparável!
Abraços fraternos.
Pô cara gostei muito da sua poesia...O seu texto é muito bacana!Parabéns!
ReplyDeleteAbraços!
Dançante! Poema comestivel!
ReplyDeleteSim! A arte!
ReplyDeletedefendo:
Há vida em Marte!
mto bom.