Saturday, May 02, 2009

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Aranhas e cavalos são sombras perpétuas. A minha sombra não fala de mim. Sequer posso vê-la. Na escuridão/com uma vela acesa/acendo minha mão.
Na imensidão do olho dela posso vê-la. Quem é? Quantos anos?
Tudo me devora até meu ápice e volta devagar como se o dragão que eu cavalgo cuspisse em mim cem mil bocetas azuis.

1 comment:

  1. yehuda2:13 PM

    esse dragão eu quero
    não seja egoista
    onde come um
    outro também come

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