Lá depois das seis
Começa o meu tormento
Me sinto tão bem
Que nem em mim me agüento
Logo vem a memória
E a memória vem com o mamute
Atormentar-me com sua carícia
Que me açoita a cicatriz
Se o tempo parasse agora
Diria que está tudo bem
Dentro de sua pegada
Há uma banheira
Dentro da banheira
Na forma de um oito
Meu corpo morto
Comendo biscoito
oito e oito são dezessete. parece letra de música esse, bem musical.
ReplyDeletepoeta da confusão mental humana
ReplyDeleteusa a palavra como um martelo
acorda a consciência calada
oi, amigo Rodrigo, me sinto assim como voce, e nao soemnte à tarde...
ReplyDeletegosto de tudo , quasi, de que vc. escreve...
um abrazo, myra
maníssimo, lembrei da "vitamina" de bolacha mabel q a gente fazia lá em casa :^)
ReplyDeletetudo certinho contigo?
abrações